FAQ

1. Como avaliar se a árvore esta mesmo sendo protegida?

No site da HUG você pode utilizar as coordenadas geográficas da árvore abraçada para localizá-la na imagem do Google Maps. Caso aconteça alguma coisa com a árvore você poderá ver. Temos também a ajuda da "Comunidade Castanhal" que colhe, de comum acordo com nosso consentimento e sem custo a Castanha do Pará na área onde se encontra as arvores protegidas, portanto controlamos os acessos por terra e por água sendo assim é impossível que alguém entre na área sem o nosso conhecimento.

2. Como funciona a parceria com os proprietários das áreas onde se localizam as árvores?

Não existe um modelo contratual de parceria já que as variáveis são muitas, no entanto a base é a remuneração do proprietário da floresta para que ele não faça de sua área um pasto para criação de gado e nem uma plantação de soja, milho ou outro produto. A ideia é dar um valor e remunerar a floresta viva.

3. Como são avaliadas as áreas com potencial de risco de desmatamento?

As áreas com potencial risco de desmatamento são aquelas localizadas perto das margens dos rios e ao longo das estradas. As áreas com relevo acidentado tem menos possibilidade de desmatamento que as de áreas planas.

4. Por que R$15.00/mensais?

No estudo de custos que temos atualmente este é o valor necessário para remunerar o dono da área onde estão as árvores, o investimento no inventário florestal, localização das árvores por GPS, fotografia e edição, proteção da árvore e investimento comunitário. É bom lembrar que a HUG tem em torno de seis meses de existência e os custos projetados podem sofrer alteração.

5. Posso visitar a árvore que estou protegendo?

Claro que sim! Para que você possa programar sua visita melhor, a área que sua árvore se localiza está a uma hora e trinta minutos de avião ou dois dias de barco saindo de Belém-PA. Entre em contato conosco se precisar de mais detalhes.

6. Quais os incentivos sociais do projeto da HUG?

A HUG acredita que a proteção do meio ambiente tem em si um fim social já que o Homem é o maior beneficiário desta proteção. Além disso, a HUG, sempre que possível, procura sinergia com as comunidades que estão próximas da área onde se localizam as árvores protegidas assim como destina, no mínimo, 10% de seu faturamento para projetos sociais.